sábado, 23 de maio de 2009

Blogueiro: profissão e diversão


Muito se discute sobre o futuro do jornal impresso, alguns dizem que em breve ele desaparecerá, outros acreditam que ainda vai demorar muito tempo para isso acontecer. Eu sinceramente não tenho uma opinião formada sobre este assunto, mas um dia desses lendo o caderno de empregos do Estadão, uma matéria me chamou atenção. Como alguns jornalistas estão ganhando dinheiro no espaço virtual, especificamente com blogs. Então pensei, se a publicidade já está investindo nesse tipo de mídia é sinal que este será mesmo o futuro do jornalismo. A seguir alguns trechos da matéria.


Quando surgiu no País, a internet fez com que vários profissionais abandonassem suas carreiras para investir e ganhar dinheiro no mundo virtual. Nos dias de hoje isso acontece, mas por meio de segmentos específicos, como o universo dos blogs. Muitas pessoas estão descobrindo formas de tirar vantagens de seus projetos, iniciados como passatempo.
“É algo que impressiona, mas os blogs realmente podem dar dinheiro”, afirma o jornalista Thiago Dória, dono do blog que leva seu nome. “Embora no Brasil tenha se criando uma cultura que blogs são uma espécie de diário do internauta, há um lado profissional que pode e tem sido desenvolvido”, acrescenta.
No caso dele, a criação de um blog e a futura obtenção de receita foram ocasionais. “Eu mandava muitos e-mails para amigos de assuntos variados, coisas interessantes, mas para não ficar enchendo a caixa de correspondências de todos resolvi montar um diário de navegação. Com o passar do tempo, a audiência foi crescendo e acabei sendo convidado a formar uma parceria com um portal de internet, ganhando um salário de colunista”, lembra.
Embora não revele o valor, Dória garante ter uma boa fonte de renda por meio do seu blog. “Sem falar no retorno de exposição para outros trabalhos graças a esse serviço.”
Outro exemplo de sucesso via blog é o do também jornalista Phelipe Cruz que até mudou de profissão por influência do seu diário. “Eu fazia curso de publicidade e mudei para jornalismo após a criação do blog”, conta o dono do Papelpop.
Segundo ele o blog contribuiu para sua aprovação no processo seletivo de uma revista. “Viram a página e gostaram muito. Hoje sou editor do site da revista e continuo tendo meu próprio negócio”.
A real possibilidade de sucesso financeiro por meio de blogs faz com que alguns profissionais se dediquem exclusivamente a esse negócio, como é o caso de
Edney Souza, blogueiro de profissão. Formado em processamentos de dados, ele viveu por três anos apenas com o lucro do seu blog, o Interney. “Estava ganhando mais do que em meu antigo trabalho de gerente de sistemas, portanto, abandonei a carreira para me dedicar exclusivamente ao novo ofício”, declara.
Com a expressiva receita gerada por meio de anúncios em sua página de dicas sobre tecnologia, Souza investiu na criação de uma agência de comunicação, que atualmente presta suporte a empresa e uma série de outros blogs.
Edney aconselha as pessoas a investirem nesse campo de pluralidade, para ele a profissão de blogueiro é, na verdade uma mistura de diversas áreas, como jornalismo, publicidade, marketing e administração. E para ganhar dinheiro é preciso muito esforço, paciência, dedicação, disposição e trabalho.
A utilização do espaço como vitrine pessoal também tem sido estratégia do jornalista Thomaz Figueiredo Magalhães, dono do blog Trem Azul. “Já fiz muitos trabalhos como freelancers por causa da página e acho isso o máximo, pois tenho possibilidade de me manter em evidência para o mundo e ter uma renda extra sem prejudicar minha imagem com a comercialização do blog”. Magalhães não aceita que merchandising influa no conteúdo editorial. “Leitores de blogs são muito bem informados, sabem e querem ser respeitados. Já me sinto muito satisfeito pelo reconhecimento que ganho a cada postagem. Esse deve ser o interesse de todo profissional, afinal trata-se de uma ferramenta aberta a qualquer pessoa. O mercado de trabalho, para todas as áreas, está cada vez mais fechado, e blogs permitem uma abertura de espaço, é a sua chance de ser visto e conhecido.”

Viviane Gonçalves

Fonte: Leandro Alvares - O Estado de S. Paulo,10 de maio de 2009.
Imagem: joaopaulovale.blogspot.com/2008/11/jornal-imp








Palavra de sonoridade americana é a grande vilã da indústria fonográfica, Download


Por Caroline Dantas


No início da década de 90 com o advento da internet a indústria fonográfica passa a ter o seu suporte mais valioso na “linha da morte”. As vendas de cds que atingiam milhões, que faziam os artistas venderem por volta de 500 mil a 1 milhão de cds, no fim dos anos 90, já não mais vivia em um"mar de rosas".
Músicas de cds não lançados, criar o seu próprio playlist com gravador de cd, disponibilizados por meio de MP3, arruinaram o grande mercado musical.Assim contribuindo para a pirataria, já que baixar músicas sem respeitar os direitos autorais é crime.E há também, o grande problema em não gerar capital para revelar novos artistas .Isto pode ser visto pela troca de transmissão de funções, que antes se valia em , emissor, mensagem e receptor, ou seja, a indústria lançava artistas, que passavam suas mensagens para os consumidores deste mercado. A situação se reverteu, Aqueles que recebiam as mensagens passam a controlar este mercado, que por muitos anos lucraram absurdos na venda de cds. Que antes vendidos por volta de 35,00 reais podem ser encontrados nas lojas por 20,00 reais,acarretando na diminuição de quantidade para se ganhar disco de ouro, platina ou diamante. Segundo a Associação brasileira de produtores musicais.
Agora para se ganhar disco de ouro,por exemplo, o artista deve chegar em uma marca de vendas de 50 mil discos, sendo que antes deveria vender 100 mil cópias.
Portanto, essa grande crise pela qual passa a indústria fonográfica,a diminuição de capital e a queda na venda de cds é por conta da internet estar avançando a cada dia que se passa.Que proporciona a seus consumidores a facilidade de ouvir as músicas que desejarem sem ter de comprar um disco para ouvir apenas uma música, podendo assim também conhecer novidades do meio musical por meio de downloads , pois bandas independentes apostam na internet como a " porta do sucesso", como é o caso da Malu Magalhães que ficou conhecida por disponibilizar suas músicas na internet.
Sendo assim fica o pensamento. Por que as indústiras fonográficas ao invés de investirem em lançar seus artistas na internet, continuão insistindo em lança-los em “mídia”, CD.
Referências Bibliográficas
Indústria fonográfica na era da internet — Informação, Comunicação e a Sociedade do Conhecimento

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Maísa: a imagem distorcida de uma criança

Abram as cortinas o show vai começar

Na inocência dos três anos de idade, Maísa foi exposta pela primeira vez no programa de calouros do Raul Gil. Com roupas curtas, 'salto alto' e músicas agitadas a criança dançava, dublava e encantava a todos.


Em 2007, foi convidada pelo apresentador e empresário Silvio Santos, para apresentar um programa do SBT, Sábado Animado. No ano seguinte, iniciou participação no Programa Silvio Santos com o quadro “Pergunte Para a Maísa” que enfatiza a astúcia da garota por ter resposta para quase tudo.

Com seu jeito ‘desinibido’ e inconfundível, Maísa conquistou muitas crianças e até mesmo alguns adultos. Como garota prodígio da TV, ganhou em março deste ano o Troféu Impressa na categoria de Revelação do ano.

Em processo de formação de caráter, a garotinha completa sete anos nesta sexta-feira. Atualmente é uma apresentadora sem identidade, pois muitas de suas atitudes são ensaiadas e ‘manipuladas’ pela emissora. Apesar de algumas encenações a menina arranca sorrisos por sua espontaneidade.



Mas o que tem preocupado a Secretaria Nacional de Justiça são as exposições por quais Maísa vêm passando nos últimos programas. O secretário Romeu Tuma Junior monitorou alguns dos programas exibidos este mês e identificou situações inadequadas de acordo com o Manual de Classificação Indicativa. Um resultado que não é positivo para o SBT e que pode render advertência e atitudes mais severas à emissora.

A situação é delicada e divide opiniões. Alguns culpam os pais, pois acreditam que se essa exposição fosse evitada nada disso teria acontecido. Outros culpam o apresentador Silvio Santos por arrancar lágrimas da garota e rir dela em público.



*http://www.youtube.com/watch?v=dAbwPD-7NhI


Para Nelson Tamachiro, pai do apresentador Yudi, de 16 anos, o programa é combinado para chamar atenção. “O Programa Silvio Santos é gravado, então algumas coisas poderiam ser cortadas. Se aquele tipo de coisa não está sendo cortada é porque é combinado para gerar polêmica e audiência”, diz Nelson.


Quanto vale um espetáculo?

O que podemos concluir diante disso é que o “Caso Maísa” está sendo espetacularizado. Um verdadeiro show midiático. Polêmica, dramatização, encenações e o aval do público. Fruto de uma sociedade alienada da qual Guy Debord salientou em seu livro, Sociedade do Espetáculo. “A alienação do espectador em proveito do objeto contemplado (que é o resultado da sua própria atividade inconsciente) exprime-se assim: quanto mais ele contempla, menos vive”. Guy destaca que quanto mais se reconhece que as imagens dominam as necessidades do espectador menos ele vive sua própria vida, não existe mais um próprio desejo. É agora dominado pelas imagens.


A mensagem que o espetáculo transmite é única: “o que aparece é bom, o que é bom aparece”. Se for bom para audiência do SBT fazer essa criança chorar e ser ridicularizada em público é conveniente então que isso apareça.

A intenção da exposição e do show é passar para o lado oposto: “a realidade surge no espetáculo, e o espetáculo no real”. O resultado é uma falta de percepção na alienação recíproca que é a essência e o sustento da sociedade existente. No mundo realmente invertido, o verdadeiro é um momento do falso.

Se a menina Maísa, apresentadora-mirim e criança-espetáculo, não sair do ar por intermédio da Justiça, poderá sofrer consequências desagradáveis no futuro. Pois o que acontece agora, não é um crescimento de carreira, pois a mesma não existe. O que existe é um grande show em que a criança é a maior vítima.


Por Analina Arouche


Referências bibliográficas

Estadão.com.br – 20/05 e 21/05 http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art373892,0.htm http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art374506,0.htm

Abril.com – 22/05 - http://www.abril.com.br/noticias/diversao/maisa-completa-sete-anos-polemicas-sbt-472011.shtml

Livro Sociedade do Espetáculo – Guy Debord

*Silvio Santos faz Maísa chorar de novo! 17/05/2009


Robôs irão encenar peça de teatro na Suíça



Três robôs estão se preparando para estrear em uma peça de teatro na Suíça, no dia 1o de maio. Os robôs dividirão o palco com os atores Laurence Iseli e Branch Worsham no musical Robots.


Os robôs foram desenvolvidos pela BlueBotics em parceria com o Instituto Federal de Tecnologia em Lausanne e são capazes de interagir com os atores e com o cenário.
O musical conta a história de um homem auto-exilado que vive com três robôs e recebe a visita de uma mulher, que representa sua última ligação com o mundo exterior.
A peça estréia no dia 1o de maio e fica em cartaz até 17 de maio, segundo a AP, no Teatro Barnabe em Servion, perto de Lausanne, na Suíça.


Referências http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3720517-EI8328,00.html

Comentário

por Allyne Antoni



Pelo visto não são só os jornalistas que devem se preocupar com o futuro da profissão, os atores também poderão ser substituidos por robôs. É claro que isso não é o que a notícia informa, mas deve ser interessante uma peça de teatro semelhante ao filme Inteligência Artificial, onde atuam humanos e máquinas.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

LinkedIn vira sensação do mundo virtual

Por Maraiane Silva

A rede social Linkedln criada em 2003 pelo americano Reid Hoffman deu um salto de 2008 para cá e conta com o registro de novos usuários a cada segundo. Atualmente o site conta com quase 40 milhões de usuários de 200 países diferentes.

O site que é voltado exclusivamente para networking profissional, virou alvo de milhões de executivos desempregados. Pois, os usuários transformam seu espaço num currículo virtual.



"O LinkedIn tem sido uma plataforma global de busca de talentos", conta Mauricio Tortosa, presidente da Hello, agência de comunicação interativa da holding ABC. "Pode ter um talento chinês do outro lado do mundo que eu não saberia da existência se não fosse por intermédio desta rede social."

Frequentada por CEOs das maiores empresas do mundo, como Jerry Yang, fundador do Yahoo, e Larry Ellison, CEO da Oracle, a rede ganhou grande visibilidade no meio empresarial. Enquanto os novos usuários entram em busca de empregos, os altos executivos a utilizam como fonte de informações.


A comunidade tenta unir pessoas com perfis ou áreas de interesse em comum. O cadastro é gratuito. No entanto, para ter acesso a uma pessoa fora de seus contatos, é preciso fazer uma assinatura. Os planos variam de US$ 25 a US$ 500, de acordo com o número de mensagens enviadas e consultas do perfil dos usuários na rede. O plano mais barato dá direito apenas ao envio de três mensagens e acesso a 300 contas de usuários. Mas o LinkedIn realmente ganha dinheiro com o LinkedIn Corporate Solutions, uma ferramenta voltada para head-hunters. Com o pagamento de uma taxa de assinatura anual, que varia de US$ 100 mil a US$ 250 mil, o serviço oferece a esses profissionais um sistema de busca aprimorado e um software de gerenciamento para encontrar candidatos.

Com um valor de mercado superior a US$ 1 bilhão, o LinkedIn tem sido alvo constante do interesse de investidores

No início de 2003, captou US$ 4,7 milhões da empresa de capital de risco Sequoia - pioneira como investidora de empresas como Google, Yahoo e YouTube. No ano seguinte, recebeu R$ 10 milhões da Greylock Partners. Em 2007, obteve um investimento de US$ 12,8 milhões do fundo Bessemer & European Founders. E só no ano passado embolsou US$ 53 milhões da Bain Capital Ventures e mais US$ 22,7 milhões de um grupo formado por Goldman Sachs, Bessemer, The McGraw-Hill Companies e SAP


Fontes:
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/605/o-orkut-do-emprego-o-desemprego-transforma-a-linkedin-rede-133565-1.htm
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.linkedin.com/&ei=NlcVSo-zDZixtgeWgonnDA&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3DLinkedIn%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

Imagens:
http://image.examiner.com/images/blog/wysiwyg/image/linkedin1(1).jpg
http://blogs.msdn.com/blogfiles/jim_glass/WindowsLiveWriter/MicrosoftdynamicsCRMgrouponlinkedin.com_9207/LinkedIn_thumb_2.jpg
http://www.mobilenews.com.br/resources/4927/assets/images/linkedin-mobile_mobile_news.png

Ministro das comunicações Helio Costa diz que jovens precisam trocar web por rádio e TV

Por Maraiane Silva

Nesta terça-feira (19), o ministro Hélio Costa disse durante a abertura do 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, que a juventude brasileira não deve gastar tanto tempo com internet e passar a assistir mais rádio e TV. Costa pediu que a juventude não fique “pendurada na Internet”. Mas, pela convergência de mídia, esses veículos também não podem ser acessados pela web?

Esse pronunciamento irritou muitos jovens. “Eu tento, juro que tento, mas não consigo deixar de me impressionar com a hipocrisia que ronda a cabeça de sujeitos como esse. E ainda perguntam por que o país é tão atrasado em muitas áreas... Parte da resposta está aqui, na pequinês e na miopia que tem muita gente lá de cima. Infelizmente!”, diz Giancarlo através de comentário do portal Adnews.

“Trocar a internet pela TV pra quê? Pra assistir Xuxa e Caldeirão do Hulk? Ou pior: BBBs da vida!! ”, comenta Lizoel Costa através do portal Comunique-se.

Até o mais pessimista em relação à tecnologia sabe que o que o ministro está pedindo é ridículo. Os jovens do Brasil já nasceram na era digital não tem lógica pedir para que eles retomem um passado que não lhes pertencem. E outra, com a convergência de mídias é possível assistir TV (detalhe você faz a sua programação), e ouvir rádio pela web.

Fontes:
http://www.adnews.com.br/midia.php?id=88502
http://www.comunique se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D52152%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D127834851600%26fnt%3Dfntnl

Robô controlado por ondas cerebrais




" São os sentidos e o cerebro que crescem para fora do corpo humano, estendendo seus tentáculos em novas conexões cujas fronteiras estamos longe de delimitar."

Lúcia Santaella


Uma nova tecnologia que permite controlar um robô, a mais de 1.500 quilómetros de distância, utilizando apenas ondas cerebrais e a visão, foi desenvolvida por cientistas portugueses e suíços e vai ser apresentada em Coimbra, avança a Lusa.

O projecto, coordenado por um investigador da Universidade de Coimbra, permite que um utilizador, na Suíça, com um computador e um dispositivo de eléctrodos na cabeça possa controlar uma máquina, em Portugal, por controlo remoto.

O cientista, na Suíça, «vê imagens de cá e reage lá», interagindo com o robô «sem teclas, apenas através de ondas cerebrais», disse este domingo à Agência Lusa Jorge Dias, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
«É um sistema de feedback visual», acrescentou, frisando que o investigador suíço dá «ordens» ao robô com a visão, através de um sistema direccional que permite à máquina mover-se para a direita ou esquerda, para cima e para baixo.

Tecnologia com «forte impacto social»

Argumenta que é uma tecnologia com «forte impacto social» já que permitirá que pessoas com deficiências motoras muito graves possam obter mais autonomia no seu dia-a-dia.
«Com um simples e discreto dispositivo de eléctrodos, cidadãos com necessidades muito especiais, por exemplo, tetraplégicos ou acamados, terão autonomia para realizar tarefas quotidianas como atender o telefone, pedir ajuda, abrir a porta ou abrir o frigorífico», ilustrou Jorge Dias. Sublinhando que o conceito de comando de uma máquina através de ondas cerebrais «está provado e validado», Jorge Dias sustentou que «a grande dificuldade e desafio» do projecto passava por garantir «uma interface robusta» entre os dados cerebrais e o robô, o que foi conseguido.
«No máximo, dentro de 5 anos esta nova tecnologia será mais popular porque é financeiramente atractiva e sem dificuldade de manuseamento», destacou.
O projecto dos investigadores da FCTUC e Hospital Universidade de Genebra vai ser alvo de uma demonstração, terça-feira, pelas 10:30, no Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores, situado no Pólo II da Universidade de Coimbra.
Maria Alves
Referencia:
Cultura das Mídias - Lúcia Santaella